Nasceram no Japão nos anos 70, mas estão a popularizar-se na China, onde uma noite na estação baixa, custa pouco mais de 5 euros. Os quartos têm 1 metro de largura, por 2 metros de comprimento, e apenas 1,20 cm de altura, e estão a atrair curiosos.
No Japão os principais clientes são sobretudo trabalhadores das grandes cidades que perdem o transporte para casa, desempregados e turistas, que lhes acham graça, mas na China estes hoteis atraem especialmente os mais jovens.
O maior hotel-cápsula na China, é o Qingdao, que fica na província de Shandong. Tem 100 quartos, equipados com um ecrã LCD, ligação wi-fi, uma
pequena mesa para colocar o portátil, um bloco ou comer uma refeição simples, e
um colchão. A sensação de claustrofobia é evitada pelos vidros na porta e numa
grande janela, que podem, no entanto, ser tapados com cortinas.
Este conceito
surgiu no final dos anos 70 no Japão, mas está a ganhar adeptos na China – onde
o primeiro hotel do género abriu somente o ano passado – e em Singapura, onde
existe também uma larga oferta, a que chamam Wok Home Hostel.
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