quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ler Shakespeare exercita o cérebro


 
Exercitar o cérebro não passa apenas por mais um jogo de Scrabble ou pelo desafio de voltar a conseguir fazer o cubo mágico de Rubik. Segundo os especialistas, a melhor forma de o fazer é através da leitura. Mas atenção, não interessa ler qualquer coisa. Se quer realmente obter resultados visiveis, terá de se dedicar aos textos dificeis, pois são esses os que mais aceleram as atividades cerebrais.
 
Especialistas em Ciência, Psicologia e Literatura da Universidade de Liverpool, em Inglaterra, analisaram a actividade cerebral de um grupo de pessoas que se voluntariou para ler textos de T.S. Eliot, Shakespeare e William Wordsworth, entre outros gigantes da literatura, para chegarem a esta conclusão.

Mais curiosa ainda foi a constatação de que ler poesia pode ser mais eficaz em determinados tratamentos, do que ler livros de auto-ajuda, além de que este tipo de texto também é óptimo para exercitar o cérebro. Segundo os especialistas envolvidos nesta investigação, os versos de um poema melhoram as atividades do cérebro no hemisfério direito - a área responsável pela memória autobiográfica - ajudando a pensar e interpretar melhor as experiências pessoais.

Resumindo, agarre-se aos grandes clássicos da literatura mundial, como o Dom Quixote de La Macha, de Miguel Cervantes, que diz “não há livro tão mau que não tenha alguma coisa de bom”.

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